sábado, 27 de março de 2010

Realidades (sempre) Paralelas

14:00 – Arena Sesi. Zona Sul.

Exatamente nesse momento eu entregava o último colete da minha equipe a Juliano P., dizia a Dudinha Rick que este iniciaria no banco (retaliação por suas faltas para com a equipe) e iniciava assim a partida contra a equipe de Henry, Tchutchuca e Rafa.

14:00 – Algum lugar de Canoas.

R. Saja passeava com sua namorada em uma agradável tarde de sol entre beijinhos e abraços.amor26

14:00 – Casa da minha sogra (eu espero!)

Minha senhora inicia o extenuante processo de feitura de unhas de mãos e pés.

14:30 –Arena Sesi. Zona Sul.

Minha equipe sendo triturada em quadra. Os adversários voavam. Gustavo fazia o que queria com nossa meia cancha. Henry fazia chorar nossa zaga e Rafa dava risada de nosso ataque (de asma). E nesse momento eu deixo a quadra no rodízio da rapaziada.

14:30 – Algum lugar de Canoas.

A paixão está em campo… R. Saja e seu amor tomam chimarrão enquanto conversam sobre assuntos do cotidiano. Talvez o casal Nardoni esteja em pauta, ou a queda de rendimento do Internacional.

14:30 – Casa da minha Sogra (tomara!)

Minha amada patroa discute entusiasticamente (quem a conhece sabe que ela é sempre entusiástica nessas situações) com minha sogra a pena do casal Nardoni.

14:45 – Arena Sesi. Zona Sul.

Já no final da partida o placar marca 2 gols a menos para nossa equipe. Volto à quadra para a saída do tão adorado Ronaldo Bebê. 4 minutos depois (e dois gols meus) estamos vencendo a partida.

14:45 – Algum lugar de Canoas.

R.Saja suspira amor. Transpira amor. Vive o amor.

14:45 – Casa da minha sogra (se Deus quiser)

A patroa desfruta de um café da tarde regado a salgadinhos do Zaffari e chocolates da Lacta.

15:05 – Arena Sesi. Zona Sul.

Agora entendo o que esse moço sentiu:romario

Sou apedrejado depois da partida. Ganhamos o jogo, mas fui vaiado e perdi totalmente minha moral. Até mesmo o goleirinho novo que arrumamos (que nem viu a bola em um dos gols que guardei) veio me gozar, dizendo que finalmente eu havia ganho uma partida. Vencemos. Sem glória! Fomos o Grêmio contra o Ypiranga de Erechim. Apenas vencemos. Não convencemos ninguém! Um anônimo (disse não poder ser citado na mídia por estar ilegal assistindo à partida) disferiu contra nós: “- Bah Pumba, hoje tá feio demais esse jogo! Aliás, quem é aquele grandão ali que te deu um ferro antes? Ele me cumprimentou, mas não lembro de onde eu conheço…”

 

15:05 – Algum lugar de Canoas.

R. Saja é o homem mais feliz do mundo. Um amor faz isso por um cara.

15:05 Casa da minha sogra (tenho certeza!!!!)

A patroa brinca com seu afilhadinho Léo.

 

Agora senhores! Faço dois questionamentos!

Nº 1: Qual destas três situações é mais prazerosa?

- Jogar futebol com a galera, fazer o possível e impossível pela equipe e depois ser apedrejado por companheiros e adversários?

- Sair com sua Gata para um passeio cheio de amor, carinho, afeição, risadas soltas, beijinhos e até mesmo, quem sabe, umas cositas más?

- Uma tarde gostosa com sua família, cercada por aqueles que o amam, cheio de discussões produtivas e petiscos deliciosos?

Nº 2: O que poderíamos dizer sobre nosso amigo R.Saja? Ele que nos deixou por um amor! Ele que nos trocou por uma garota! Ele, que foi feliz com o amor, ao invés de ir àquele incrível jogo de futebol! O que dizemos?

- Vai te catar R. Saja! Todos estamos sofrendo lá! Soframos juntos?

Ou então…

- É isso ae R.Saja! Siga teu coração! O amor ainda é mais importante!

 

Pois eu sou o primeiro a deixar resposta!

1 – Apesar de todos reclamarem sempre quando venço, gosto de jogar aquele futebol terrível!

2 – R.Saja. Vai te catar!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Dos julgamentos

Não tenho mais saco para esse casal Nardoni!

Mas ainda assim escreverei sobre esse assunto que está tão em voga para arrecadar um pouquinho da notoriedade do assunto para o incrível blog Filosofiassalgadas.Valdivia%20Nardoni

Para aqueles que não sabem, minha patroa é advogada (eu sei que é perigoso, o Bira já me falou!). E quando algum assunto como esses é tão divulgado, nós o discutimos entre uma roupa para lavar e outra ou no café antes de dormir.

Nesse episódio dos Nardoni é difícil chegar a um concenso sobre se o mais apropriado é mesmo que os dois sejam julgados por um júri popular (pessoas comuns que não tem bosta nenhuma para fazer e vão lá pra julgar outras pessoas que fizeram uma grande bosta), ou então por um júri técnico (Juizes, normalmente múmias, que se julgam a maior bosta do mundo). Eu penso que o júri deve fazer a justiça que a mesma não pode por impedimentos da própria lei. Ela (minha patroa) vai em defesa da justiça, que pode ser cega, mas jamais seria injusta.

Bueno, o júri popular terá a difícil tarefa de julgá-los, e o fará com toda a passionalidade que é típica de pessoas colocadas em grupos.

É como se a torcida do Internacional desse o aval na contratação ou dispensa de algum jogador. Já pensou? O presidente do Colorado deixa a incumbência de dispensa, ou não, do Alecsandro para os torcedores, logo depois de um 0 X 0 contra o famoso Serro do Uruguay. Ele já estaria a essa altura bem longe do Estado do Rio Grande.

Não que eu goste do Alec, o centroavante esgoto, a jogada vai ali e fica toda cagada. Longe disso. Mas se formos ver os números deste energúmeno, que é o q ue um júri técnico faria, deixaría-mos o moço trabalhar em paz.

Felizmente o futebol, como a vida, não é uma ciência exata.

E nós podemos julgar com toda a paixão que nos é possível. Portanto eu digo: “ADEUS ALECSANDRO!”

Outro fato que me fez divagar sobre o assunto do julgamento foi o jogo de ontem. AMIGOS DA ZNA SUL FC. X NAMORADOS DO BEBÊ.

Ao sair do local da peleia, depois de um empate em 7 x 7, fui alvo, por mim mesmo e meus colegas de equipe, de algumas críticas. Mais cobranças da minha parte, achando que fui muito mal. Naquele fervor do momento, só pensava nos dois gols na cara do goleiro que perdi (não é do meu feitio). Um deles até lembrava o que Charlie (negão) perdeu lá na Arena, quando um moço fora da quadra o apedrejou, dizendo que ele ruim demais, que saísse dalí, coisas assim, de júri popular.

Mas chegando em casa, com a cabeça fria, depois de um banho e um café quente concluí que não fui tão mal assim. Dos 7 gols que fizemos, 4 saíram dos meus pézinhos de camisa 10. Dois deles eu mesmo guardei, e outros dois foram passes açucarados para o Júlio Baptista dos Pampas e para Jean, o zagueiro sem radar, deixarem suas marcas sem nenhuma dificuldade. Nesse momento eu era o Juri Técnico.

Agora fique na dúvida: Devemos sempre julgar os outros no momento? Deixando nossos sentimentos (verdadeiros e intuitivos) nos levarem? Sendo um júri popular? Ou devemos parar e refletir sempre? Pesando tudo. Sendo um Júri técnico?

Difícil.

E Quanto ao Dudinha? Que nos deixou na mão? Damos um tempo pra ele na geladeira? (Se o deixarmos na geladeira ele vai limpá-la!)

Ou relevamos, recordando que muitas vezes ele estava lá?

E quanto ao R. Saja? Ele seria um craque? Julgando emocionalmente, como um júri popular, pela última atuação ele é o Júlio Cesar da Zna Sul. Ou seria um mão de pau? Se formos ver sua história, e julgá-lo por isso, soltou 12 entre 12 bolas que vão na sua direção. E aí??

Pois eu digo! Sou pura emoção! Sou mais o Júri Popular sempre!!!

Azar dos Nardoni! 50 anos de prisão!! Não importa se não tiver provas!

Eu tirei “zero” no jogo passado! Não importa o que eu fiz! E sim o gol ridículo que perdi!

Dudinha na geladeira! Azar o dele! E se engordar mais 10 quilos na geladeira vai apanhar na volta!

R.Saja é GÊNIO! E quem pensa o contrário, levando em consideração os 2.435 gols ridículos que ele tomou que vá se catar!

JÚRI POPULAR SEMPRE!

sábado, 20 de março de 2010

Da vida e seus ensinamentos…


Desculpa Equipe… Fui o responsável pela derrota, suada, mas ainda assim derrota que sofremos hoje. Assumo a culpa e que recaiam sobre mim os comentários ruins e as críticas ferrenhas.


A vida é assim.



Mas o que eu queria mudar mesmo não é minha atuação apagada… Minha atuação de Alecsandro… Minha atuação de Ronaldinho Gaúcho na Seleção (porque no clube é um leão, mas com a amarela é um gatinho). Não. Se eu pudesse voltar no tempo o que mudaria seriam minhas desdenhas a Ele. R. Saja.



Durante essa semana inteira bati nele. O ofendi, o humilhei, o chamei de peneira, de ruim, de tudo aquilo que machuca um goleiro “por dentro”. Esse mesmo espaço onde agora me lamento foi palco de duras críticas a Ele. Mas não foi o único.


Alguns não sabem, mas eu e R. Saja somos mais que rivais de campo. Somos amigões. Sabe aquele parceirão com quem tu conversa quando tá mal? Aquele que te anima, te ajuda, apoia moralmente… Esse. Nós somos assim. Vez ou outra tomamos chimarrão na redenção pela manhã. Sim leitores.


E não contente em ridicularizá-lo por meio eletrônico, o salguei pessoalmente. Apenas com uma cuia de chimarrão entre nós.


ESSE FOI MEU ERRO!


Dei armas a ele.


Imaginem a cena:


Eu, ele, uma cuia de chimarrão, pessoas correndo pra lá e pra cá, coroas batendo bola, fortões fazendo exercício, papais caminhando com seus filhinhos, aquela coisa toda, e o aquele assunto. O futebol. Eu dizendo que ele é só raça. Que lhe falta técnica. Que tem mãos de sabão. Que sai como louco do gol. Que tem que treinar mais, etc… Sempre sem salgar, claro, como forma de ajudá-lo! E ele sempre de ouvidos atentos, como um bom aluno. Praticamente um jovem monge ante seu Guru, afinal, sou profissional da área esportiva (sem me gabar, sou mesmo). Humildemente, ele escutava cada crítica, e sem eu saber, entranhava aquilo em seu ser. Alocava cada gota de raiva no corpo, para no momento correto cuspí-la em mim.


Conseguiu. Parabéns R. Saja. Sua melhor apresentação desde sempre. Penso também que sua paixão observando-o silenciosa teve grande participação nessa súbita melhora. E uma sombra, como bem disse F.Pato anteriormente nesse mesmo espaço, o colocou entre a cruz e a espada.


E a mim. Só me resta pedir desculpas, e o ensinamento:


Jamais desdenhe de um homem com garra. Pois essas garras podem ferí-lo. (ui tigrão!)



Ps.: Dudinha! Terá de amargar alguns bancos para voltarmos a ter confiança em você. Logo agora que é titio!? Pô!


Salguei.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Bem Vinda Julia

Nasceu a minha priminha. Filha da Ana, sobrinha do Dudinha (O Muralha da Tinga, para quem não conhece).

Nas duas últimas salgadas que coloquei aqui falava sobre o tempo, e agora vejam o que acontece… Ele dá as caras. Mostra suas garras. Envelhece o Dudinha de um segundo para o outro. E demonstra como a vida acontece. De milagre em milagre.

 

Humildemente, vou dar algumas dicas pra essa menininha linda que acaba de chegar. Eu sei que não sou exemplo para ninguém, nem tenho essa pretensão. Mas ainda assim tenho 25 anos de carreira a mais que a Julia, e tem duas coisas das quais entendo, o futebol (que não por acaso dou aula) e de pessoas (tenho contato todo dia com pelo menos 200 diferentes, já vi quase tudo!) estando dessa forma, apto para pelo menos dar um pitaco.

Guriazinha. Antes de mais nada. Não assista ao Jornal Nacional! Desliga a TV quando ouvir aquela musiquinha do início, e só liga quando for começar a Tela Quente. Não acompanhe também o Balança Rio Grande (ou o equivalente aí no ES). Não fica remoendo essas notícias ridículas que os caras adoram circular. Eu imagino o Editor do Jornal escrevendo o texto: –“AHHH com essa matança vai todo mundo andar se esquivando pela rua! HUAHUAHUAHUA”. A ignorância as vezes é uma bênção. A gente não tem medo do que não vê.

Vai para a praia sempre que tu puderes (mesmo que seja no Quintão). É o melhor repositor energético que existe. (Digo isso mas esqueço que a moça vai morar, por enquanto, à 10 minutos da Praia de Manguinhos, uma prainha muito bacana do litoral Capixaba).

 

E sempre que tu puderes assiste a um jogo da gurizada.

Pronto. Tudo que uma pessoa deve fazer para ser feliz.

Os jogos da gurizada, seja lá onde forem, serão sempre de uma gama incrível de sensações.

No início um drama. Será que R. Saja (mãos de peneira) irá ao jogo? Como será a atuação de Henry? Choradeira ou enceradeira? E Fábio (o organizador)? Será que calibrou sua máquina de lançamentos? E tchutchuca?? Perdera os 12 quilos a mais?? E eu?? Estaria nos dias de calmaria ou com espírito de luta livre?

Quando inicía-se a partida começa a comédia. Um gol perdido de dentro da goleira (pelo nosso afro-brasileiro preferido). Uma bola que tinha adireção da linha de fundo, e depois do empurrãozinho de Saja entra no próprio gol (o hilário era ele tentando desesperadamente evitar a cagada, e depois a cara de quem percebe que será salgado demais no pós-jogo).

E no final (12 a 1) começa a guerra! Uma cabeça chutada sem nenhum escrúpulo. Um carrinho voador, que pega quase na cintura, desferido sem pensar duas vezes. Um chute do goleiro direto nas pernas do atacante, sem visar nem por um segundo a bola. Enfim, um retrato fiel da batalha no filme 300(excelente diga-se de passagem).

Depois de muitas risadas assistindo àqueles animais se degladiando, só um Xis do Cavanhas com mmmuuuuiiiitttaaa maionese (a melhor do mundo) para terminar bem o dia.  

Para terminar: Duas coisas.

1- Parabéns Dudinha Rick! Agora tu é titio!

uisahshaishishaiushaiushaihsihsia

Pelo menos usa a Julia como chamariz para as garotas na redenção!

2- A vida é incrivelmente legal. Apesar de todas as porcarias com as quais a mídia quer que a gente fique se preocupando.

Um abraço a todos!OgAAAHbUjwcTdh7Yt081dF18Bez2MfNpNNeVqWdJR_Up5ZVMMyF7bq2Mo8o2G-YV38bNIPjSMspXEVtA71QEC7zHpkYAm1T1UG3J_SSCRf0ylVfKMDE4DbALQ0wc

domingo, 7 de março de 2010

Eu disse que dava uma salgada…

     Meu amigo e autor do blog co-irmão do Filosofias Renatito (ou R.Saja como ele gosta de ser chamado) me disse, ao ver o novo layout desse diário cibernético, que a foto encabeçando este o leva a várias lembranças, ao que lhe respondi: “Essa foto dá uma salgada…” Pronto.

 

  Ainda no espaço internético a qual me referia, R.Saja falava sobre o tempo, e como ele é diferente para uns e para outros. Versarei sobre o tema do tempo, e por incrível que possa parecer, concordo plenamente com esse goleiro de vôos magníficos. O tempo é totalmente diverso nas formas como age.

 

Vejamos na foto em questão:

Primeiro falarei da minha pessoa. Nessa época sofria da síndrome do recém-namorado. Aquela onde o cara dá uma relaxada e como um balão ligado à uma mangueira de gás hélio, enche e fica redondo. Passou…

  Seguindo da esquerda para a direita temos Lilian, digo Lilo. Na data da foto tenho a impressão de que o moço ainda não tinha alcançado os 35 quilos, tal era sua forma de solitária (aquela lombriga pra quem não está habituado com a nomenclatura), nem tampouco a condição de iniciado no sexo… Eu acho…

  Roberto, digo Renato: Naquela época o cara ainda se alimentava de carne e não era um eco chato (nem catava mariscos na praia, não permitindo sua reprodução, bom deixa pra lá…), mas o tempo o fez bem também, agora é um cara apaixonado (algo inimaginável àquela época).

Dili… Bom com este o tempo foi um pouco insensível. Está, digamos assim, com um “look mais experiente”, o que algumas vezes o ajuda com as garotas, mas eu penso ser um pouco desagradável aos olhos.

Cachorro. Dizem que Deus é pai. Mas com o cachorro o tempo foi um Paizão, porque com 38 anos é difícil ter aquela carinha de 29!

Dudu… O tempo fez dele um gurizinho magrelo e feio, um negão magrelo e feio, que tá surfando muito.

E o Fox na época da foto ainda não tinha feito aquele moicano canalha!

 

Bueno… Vou além da foto!

O tempo para alguns de nós passou e para outros parece que não. Teta por exemplo, continua um gordinho canalha que quando entra em campo todos dizem: –“Ahh pára… Esse gordinho não joga nada!” Aos quais o cara responde com uma bicicleta, ou um petardo do meio da quadra. Charlie continua o mesmo motorista de carrinhos voadores. F. Pato, a nova sensação do gol, quando está na linha segue fazendo seus lançamentos sem nenhuma direção ou objetivo.

Pois eu… Bueno. O tempo é tão maluco, que agora estou escrevendo num blog e tenho até Twitter!

O tempo é inexorável. (seja lá o que isso signifique!)

quarta-feira, 3 de março de 2010

2010 – O ano (re)Começou!!

   O ano começou realmente agora dia 1º de março. Antes era aquele lance de comemorar o ano novo, ir pra praia todo o findi, curtir as férias (necessárias diga-se de passagem), vadiar bastante e aquilo tudo que a gente tanto gosta. Bom. Isso é durante a menor parte do ano. Agora sim… Nós temos mais 10 meses de trabalho, sonolência, pressão, chefe, horário, e o resto todo que não gosto nem de lembrar.

Mas o que eu queria falar nesse espaço quase só meu (soou meio gay), é que esse ano começou muito bem pra mim – sim eu sei que vão me chamar de individualista e de egoísta, devido aos terremotos no Haiti e no Chile, ou às enchentes, ou aos desabrigados na rua, ou ao Faustão que queimou suas ricas mãozinhas com o protetor solar importado que ele comprou – bueno… Isso aí não estava ao meu alcance, então os meus críticos que vão se catar! O negócio é que esse ano consegui fazer algumas coisas bacanas…

  Primeiro no futebol:

No mesmo dia, durante a manhã fui o rei da quadra de cimento mais bagaceira da redenção! (E quem já jogou lá sabe o quanto o cara se sente bem tendo uma boa apresentação naquela laje sagrada!) Pela noite tive uma apresentação quase brilhante na quadra do Unidos da Zona Sul, com três foguetes no travessão, três gols, goleada no time do Henry (se quiser ganhar joga no meu time na próxima) e nenhuma briga!!!

  Na vida:

Estou morando em um lugar muito bacana, com uma patroa que me faz muito bem e curtindo quase todo dia um fim de tarde de corrida e chimarrão na redença… Estilo de vida é isso ae!!!!

Compramos um “LEK TOK” – como diria o Brother Away- irado…

Perdi uns 3 quilos – tava precisandoo

Sendo assim, resolvi até reativar minhas salgadas e venho pensando em uma nova saga para os garotos do Caverna do Slagão, agora mais no estilo Coimbra… Vamos ver no que que dá…

Além disso, agora tô no Twitter! O nome é SALGADAS… me sigam!

siuhasiuahishaihsiahisa

Que Barbaridade!

Quero desejar a todos muito boa sorte nessa ano. Que os senhores sejam tocados em seus íntimos (sahisaisahsiuahsuiasihasiuaihsiuasa) pela força superior (e não me refiro ao Dudinha).

PS.:Feliz aniversário Lewe!